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O Conto da Tempestade ( Visão do Namorado, Parte 1.)
" - Pode começar a contar, Sr. Ãnh. Milton Manzino ?- indagou o ser alado de globos oculares negros. Hum bem, putz, me causa arrepios a sua forma, sabe? Ainda não me acostumei com essa paisagem, é tudo tão estranho, tão enevoado! Sabia que você não tem a parte redonda dos olhos? A íris? E essas asas emplumadas? Você é algum tipo de ser mitólogico? Ora, não minta pra mim Milton, aqui não há sentimentos, ou você conta ou não conta. E em relação a aparência, sou como você gostaria que eu fosse, não sou eu que escolho minhas vestimentas ou aparência... O Ser Humano é estranho, cada um de vocês me dá uma forma diferente... Mas vamos rápido, há muitas almas aqui que também querem ser ouvidas. - disse o Ser, agora escrevendo meu nome numa prancheta estranha... Seriam ossos? Bem, acho que eram umas 8 ou 9 horas, quando fui dispensado da aula da Faculdade por falta de professor, estava muito feliz, pois era cedo, e podia fazer uma visita surpresa a minha anja caída que tanto amei nas minhas últimas horas... - Ora não se faça de coitado! Você não vai ressuscitar!- gritou o anjo. - Posso terminar minha história? ... Bem, quando você está alegre, nem liga muito para o que faz, acabei por me despedir de meus amigos, e ainda tive que levar uma amiga de carona para a casa dela, e que amiga, como minha Anja, ela não andava, e sim flutuava sobre o chão, diga-se de passagem, mas nada de anormal... Era uma noite escura, e havia sinais no céu de que uma chuva não tardaria a cair. Deixe-me deixar claro, que tenho tremendo arrepio por andar de carro em São Paulo a noite, acelerara a toda velocidade, para que saísse daquele lugar horroroso e me deitasse nos braços da mulher. Dobrei a terceira rua, e cai num sinal fechado, detesto sinais fechados, foi horrível, um menino de no máximo 15 anos, caminhou até minha janela e me pediu esmolas, ele estava sem camisa, e não tinha um dos braços, apenas um grotesco osso-toco que saia de seu ombro, me lembrava uma foice. Sem esperar acelerei com tudo pelo sinal fechado e dali a poucos minutos, atravessava a rua da minha namorada pela contramão. Sempre disse a ela que aquela rua era perigosa e era pra colocar umas grades na varanda daquela casa. Há loucos por toda parte. Qual não foi minha surpresa ao ver que a porta da varanda estava aberta, a luz do quarto estava acesa, e que o carro de seus pais não estavam! Pensei, ou eram ladrões, ou minha querida estava sozinha! . Desci com cuidado do carro, fechei-lhe a chave, e acionei seu alarme. Apertei a campainha e mais surpreso ainda, vi um amigo que a muito não o via abrir a porta daquela casa. Ele pareceu estar surpreso também, afinal quanto tempo não nos víamos! Ele me abraçou, e antes que eu perguntasse algo ele disse: - Nossa! Você está igualzinho da última vez em que eu o vi! . Respondi com embaraço sua observação dizendo: - Pois é, você ficou tão chocado quando viu nós dois juntos que saiu correndo pelo meio do trânsito! Não disse nada! Depois disso não nos vimos mais. Mas vejo que não é homem de guardar rancores e veio ver os antigos amigos hein? . - É lógico que sim, respondeu ele de um modo sombrio. Bem que eu havia reparado, havia um hematoma em sua cara, e estranhamente, havia uma pequena mancha vermelha na sua perna esquerda. Aquela noite ele estava realmente sombrio, muito estranho. Mas logo minhas perguntas foram respondidas... Sabe, achei estranho quando ele disse que Ela estava se arrumando para minha chegada, mas mesmo assim não lhe disse nada ... Esperei algum tempo quando ele disse: - Bom, se quiser tem café frio na garrafa térmica ao lado do filtro. Vou até o quarto dela e já volto, ela quer te fazer um surpresa! - disse, dando um sorriso. Foi então que aquela situação me deixou numa curiosidade tamanha que não me contive e o segui pelos corredores da casa sem que ele percebesse... Quase morri de susto, heheh, agora é até engraçado dizer uma coisa dessas... Foi a cena mais chocante que eu vi em toda minha vida, meu corpo começou a formigar, minhas pernas ficaram bambas, e a única coisa que pude expressar foi: - Santo Deus! - foi quando ele de costas para mim, olhou em minha direção, arrancando algo que só mais tarde pude reparar o que era. E ele me disse com ironia na voz: - Aqui está Ela, meu amigo, está linda não está? Também acho, apesar de estar toda cheio de sangue... Agora ela parece igualzinha as outras... Notei no aposento, a bagunça, o quarto inteiro estava salpicado de sangue, havia sinais de luta por toda a parte, e o porta retratos estava esmigalhado ao lado da cama... Ele não era meu antigo amigo, era agora um monstro, movido por um ódio que não entendi o motivo até ser tarde demais... Mas nossa, não podia pensar que ele fizera aquilo, sempre fora quieto, e raquítico e por que não dizer covarde demais para ser acometido de tal loucura, ele não possuía forças para matar um ser humano... Nada pude fazer senão perguntar gaguejando porque ele tinha feito isso... Ele apenas disse balançando a cabeça: -Ela foi malvada comigo... E perguntou, agora muito sério: - Poxa cara, eu disse pra você o que sentia por ela, por que me fez isso? Sabe como me sinto? Era para mim matar apenas ela, mas você chegou, intrometido como sempre, e me viu, não posso deixar você aqui... E avançou lentamente para cima de mim, eu recuando, na defensiva até que ele desferiu um golpe em direção ao meu estômago com o que acabara de colher do corpo da menina inerte no chão, um punhal todo sujo de sangue, eu prevendo essa reação me desviei, e em contrapartida acertei-lhe um golpe nas costas que o fê-lo cair de bruços no chão, ele era mais fraco que eu ... Não conseguiria me matar usando a força. Apliquei então 2 chutes em seu estômago fazendo tossir que nem moribundo e peguei seu punhal e atirei-o pela janela, agora ele não teria forças para levantar, e então fui acudir a menina morta no chão... Foi uma emoção grande, não pude fazer nada senão ajoelhar, pegá-la nos braços e desatar a chorar... - Meu Deus! Eu não sinto nada nesse lugar, que desespero! Não consigo chorar! "
Escrito por Super-EU! às 15h12
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O Conto da Tempestade ( Visão do Namorado, Parte 2.)
" - Disse a você, aqui é muito monótono de vez em quando, muito Sem Sal... Mas apesar de tudo , não fico revoltado - Disse o Ser, em Ironia.... - Bom, continuando, sinceramente eu não percebi quando o Louco se levantou, e pegou uma cadeira e bateu na minhas costas... Que raiva ! Sorte, que ele não estava com muita força... Sentado mesmo, puxei a cadeira das mãos dele e ficamos brigando por aquele objeto, eu tentando me levantar e ele com os olhos vermelhos puxando de volta, parecia que só a raiva dominava sua consciência... Aí aconteceu algo estranho, uma coruja não sei vindo da onde, apareceu na varanda e voou em direção ao lustre e equilibrando-se lá em cima, ficou parada, olhando para nós dois, até que o cara gritou: - Sai daqui, Demônio Maldito! ARGH!!!! ... E gritando, louco e com um desespero que não entendo até agora meu ex-amigo saiu correndo pelo corredor até que não pude vê-lo, só ouvi o bater forte da porta da cozinha. Foi engraçado, a coruja olhou pra mim e emitiu seu ruído característico, pareceu até perguntar: - O que há com ele? . Perdi a noção do tempo de quanto fiquei a observar a menina caída no chão, inerte, esvaindo-se em sangue... Havia diversas marcas de golpes em seu corpo, sua roupa estava meio rasgada, agora quase vermelha de tanto sangue... Precisava dar um jeito nisso, não poderia deixá-la ali, caída, esvaindo-se em sangue... Peguei-me a pensar como iria explicar tudo aquilo, quando ouvi o som do alarme do meu carro disparar, estridente pela rua... O maldito estava tentando furtar meu carro! Fui em direção a varanda e não vi nada, somente o carro fazendo um barulho imenso, como se chamasse seu dono, sem pensar, fui em direção a coisa que mais estimava depois de minha namorada: - Meu Gol 92... Chegando desesperado, com medo daquele monstro ferir meu querido automóvel de estimação, dei graças aos céus que nada havia acontecido, apenas o alarme não cessava de tocar... Sorri, achei que ele tinha fugido quando recebi um baita golpe em minhas costas e acabei desabando batendo com a cabeça na porta do automóvel... Minhas forças foram anuladas pelo choque da batida, não conseguia me levantar... Apenas me virei e vi a cara sinistra de meu ex-amigo novamente, e, se meus olhos não me enganavam ele tinha na mão uma pá dessas de pedreiro, resfolegando e com falta de ar, não consegui pronunciar palavra alguma. Via seu rosto sorrindo, ainda machucado, seus olhos vermelhos expressando ódio e o cabelo todo desarrumado. Só pude ver quando ele pegou o mesmo punhal que eu havia jogado pela janela e me disse estas palavras: - Vê? É a mesma arma que usei na tua namorada, não é romântico? Sabe, dói no coração matar um ser humano, mas saiba que também estou com o coração doendo, sabe, ninguém pode deter um homem quando os sentimentos e não a razão o controlam...– dizendo isso ele riu e continuou- Sabe, entenda, se deixar você escapar você irá direto para a polícia e contará tudo, eu preciso enterrá-la primeiro, mas não tenha medo, você vai se encontrar novamente com ELA, a menina que causou toda essa catástrofe... Depois disso vi-o golpear em direção ao meu peito, senti uma dor lascerante e minha boca encheu-se de sangue, não conseguia mais respirar. Foi quando acordei aqui, nesse lugar estranho. Se pudesse verter lágrimas não hesitaria agora, mas nem isso não me é permitido. Esta é a minha história, posso passar pelo portão agora?"
Escrito por Super-EU! às 15h11
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O Conto da Tempestade ( Parte 1 )
" Sabe acho que perdi a noção do tempo de quanto eu já olhei para ti, agora, está do mesmo jeito de quando eu te selei o destino. Isso me vem na cabeça de novo como velhas fitas de video . . . Você ainda se lembra?
Antes de Assomar a Porta da Varanda, tive a ousadia de deixar penetrar antes de mim, a luz Sombria da lua para que iluminasse palidamente o pequeno quarto em que você dormia. Um quarto pequeno, mas que fazia jus a seu modo de viver... Mas meus olhos não se voltaram aos móveis ou aos quadros nas paredes, parou sobre ti, que dormias profundamente e deixava-a ainda mais maravilhosa do que era.Tal situação embriagou meu ser e me impeliu a aproximar-me, devagarinho, para não quebrar a harmonia sagrada de tal ato divïno, era como se estivesse em território santo. AH. Nunca Irei me esquecer da sua imagem, a palidez da Lua, fazia-a uma miragem, apenas podia ver nus, os ombros e os braços... Os braços suavemente pousados ao Lado do corpo, pareciam apenas um retoque visto que o pálido semblante respirava lento e calmo, num intervalo intercalado com os barulhos noturnos como notas musicais numa partitura . Não contido, fui ousado a ponto o bastante de estender os braços e cobrí-la ainda mais, para que o frio não a incomodasse. E passei a mão, suavemente com o máximo de cuidado sobre seus cabelos, lisos e brilhantes... Embriaguei-me e flutuei ainda mais. Jurava que podia ouvir diante de mim, os breves sussurros de sua respiração, louco, não podia acreditar que aquilo era real e que finalmente tocava com as mãos a Deusa que tanto idolatrei em todos os meus os sonhos. Isso me levou a loucura. . . Por um instante, sem consciência de meus atos, caminhei até a porta e a fechei com a chave, queria beber aquele momento não queria que ninguém me atrapalhasse, e arrastei o banquinho da cômoda, devagar, para perto de ti, e me sentei, querendo submergir e deglutir com os olhos sua aura santa. E após dois ou três minutos a contemplar maravilhosa figura, lá fora as sombras de uma tempestade cobriram a Senhora da Noite, e deixou-me na escuridão total. Teve efeito devastador esse súbito Ocaso, não sei o motivo de tal acontecimento, mas imediatamente fui tomado de pensamentos malignos, dos mais lascivos e perversos, sentimentos que você tem medo de contar a alguém, que em toda vida aprisiona dentro de si, meu coração disparou, sôfrego, corri as cegas a procura de uma luz, para que na presença de semelhante ser não cometesse qualquer descontrole ou atrocidade de meu tão inferior caráter. Tateei pelas cômodas e armários a procura de uma vela, uma lanterna, qualquer coisa enquanto davam-se repentinos trovões ao longe, prevendo-se possivel tempestade. Mas depois do terceiro trovão parei atônito defronte a um porta-retratos em cima de seu criado-mudo. A foto daquele Ser que roubou de mim toda a felicidade que tinha quando era colegial. Toda a ilusão de que meu destino era ser feliz. E lá estava ele, com um cínico sorriso como se estivesse olhando para mim, rindo. Ele havia tirado você de mim. Ah, e que descontrole!Que irracionalidade que cometi! Tomado de extrema fúria, agora Louco, agarrei com força o porta-retratos e com Violência atirei-o ao chão, esmigalhei-o. Mais um trovão iluminou macabramente por fracos segundos seu quarto minha querida. ® Minha alma havia sido invadida de ódio, medo e ira de uma maneira nunca antes sentida. Já não podia mais raciocinar, virara um animal faminto em busca de sangue. Mal pude perceber, quando você acordou assustada, ligou o abajur e olhou para mim com a íris cor de mel de que tanto antigamente me enfeitiçava perguntando-se silenciosamente o que fazia em seu quarto, mas seus belos lábios vermelhos apenas puderam expressar o terror: gritara, alto e Assustada, como se o demônio houvesse Ihe machucado aos olhos. Nada pude fazer senão silenciá-la com violento safanão no rosto. Havia ferido um sonho, havia ferido minha idealização perfeita da mulher. Não satisfeita, tentou gritar novamente, respondí-Ihe do mesmo modo. Numa hora destas você não pensa, age. E foi então que procurei inconsciente no bolso da calça e acabei encontrando, algo leve e cortante, um punhal, agora, pensando, não pude imaginar da onde ele surgiu, mas lembro que na hora criou um grande efeito sobre ti. E, lembra-se? Encostei o punhal perto de seu pescoço e disse com um sussurro no ouvido: - Se você gritar novamente, vai manchar de sangue seu travesseirinho branco, não é isso que você quer né?... Ah! Que ultraje! Que heresia! ! ! Aquilo era um sacrilégio! Você se calou, apenas pude perceber em seus olhos o terror. Foi então que totalmente louco comecei a beijar-lhe e a lhe lamber o pescoço, lentamente, perfumado, lembro que era um perfume dos mais gostosos, nesse momento pensei estar beijando uma rosa, mas sem o mártir azedo de provar os espinhos. E assim deixei-me dominar pela êxtase do momento e passei a beijar todo o seu rostinho fino e redondo e a abusava ainda mais com uma das mãos comecei a acariciar-Ihe os seios. E você gemia, para dentro, não ousou abrir a boca. Me sinto um idiota confessando isso, subestimei sua superior inteligência, mas descuidei-me e sem perceber tinha agarrado na cômoda ao lado uma grande bíblia e me deu um violento golpe no rosto com ela e esta marca esta até agora na minha cara. O Punhal voou para longe da cama, e eu cai estatelado no chão como um tijolo, você então correu apavorada para a porta e para sua surpresa, ela estava trancada. Virou-se rápido pra mim como uma criança assustada e xingou, blasfemou, lançou injúrias, e isso, você não previu, mas me machucou mais do que 1000 punhaladas no coração. Senti minhas pálpebras apertarem, e meus olhos cheios de lágrimas, você nunca tinha dito isto antes. Foi nessa hora que eu perguntei o que fazia naquele quarto, e o quão era absurdo minha permanência ali, mas no entanto, não sentia mais que estava profanando um lugar sagrado, sentia agora que estava em lugar errado e que você era uma menina como as outras, assustada e linda e estava gritando. E enquanto me lamentava tu batias na porta, e gritavas e xingavas chorando de medo... Foi quando, resoluto, engatinhei até onde parou o punhal perto da varanda e o peguei. "
Escrito por Super-EU! às 16h18
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O Conto da Tempastade ( Parte 2 )
" Nesse momento, me lembro bem, uma coruja veio a pousar na balaustrada da varanda e ficou a me observar, Cru! Cru! Parecia querer me dizer algo, e a concordar com a ação que daria desfecho a isso tudo... Sim, apanhei o punhal e o acariciei como uma criança acaricia um brinquedo novo e sorri. Estava certo do que queria fazer, é como dizem os Assassinos, se Você não pode ser minha não será de mais ninguém. Levantei-me e vi na minha frente uma menina jovem, desesperada, com os cabelos longos todos emaranhados de pavor, e descalça somente de camisola, me pergunto até agora onde você havia se escondido, onde estava a Anja que dormia quando cheguei... Era apenas uma menina chorando batendo desesperada na porta de madeira. E pulei na cama, punhal na mão, avancei pra cima de ti, e você desviando-se rápido se jogou no chão. Tomado de raiva, eu agora a xingava, e em outra tentativa, me atirei como uma onça enquanto a Cinderela descalça tentava a todo custo se safar da morte engatinhando pra perto da varanda, ouvi um Urro de Dor... Havia cravado o punhal em sua perna direita, e como vê, esse foi o fim de ti... Sabe, eu sempre disse ninguém pode superar a raiva de um ser humano... Não, dei-lhe ainda 10 golpes em seu corpo. Aliás nem me lembro direito sua reação, nem o número de punhaladas, acho que fechei os olhos e golpeei as cegas. Terminado o serviço, cobria-a com o lençol branco e chorei mais uma vez as mágoas do passado. Havia acabado. Que bom, sabe não posso deixar de confessar que isso é um alívio... E veio bem a calhar a chegada de surpresa do seu namorado, não sabe como aquilo me ajudou, sabe não podia deixar você ali, devia ter um enterro digno de rainha e o carro dele e sua lanterna me ajudaram a trazê-la até aqui. AH, você ainda está bonita apesar das manchas rubras de sangue no lençol sabia? Não sei porque mas acho que falta alguma coisa antes de cobrí-la com terra. Hum? O que seria ? Oh sim, uma flor. Aqui está... Uma margarida, tão bonita quanto você minha Amiga. E tem quase o mesmo perfume. Isso, está perfeito. Meus músculos latejam, e minha testa está suada de tanto cavar e vou ter que fazer o mesmo esforço para enterrá-la, mas até aqui eu me esforcei para ajudá-la. Ingrata! "
Escrito por Super-EU! às 16h18
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